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Mostrando postagens de agosto, 2014

Vida sustentável nas Cidades é Cultural. E, isto se aprende!

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Por: Eliana Rezende Há algum tempo lia sobre como seriam as cidades do futuro . E uma das primeiras coisas que me ocorreu era se realmente o título seria adequado: porque falar em cidades do futuro se hoje é o momento em que vivemos? O que gestores públicos e entidades civis podem e devem fazer para que esta transformação ocorra hoje e não num futuro utópico? Como áreas interdisciplinares podem trazer sua contribuição? Quais seriam estas contribuições? Como cada um individualmente pode fazer a sua parte? Parque Barigui - Curitiba - PR Parque Barigui - Curitiba - PR  O caminho que temos a construir é lento e longo. As estruturas arquitetônicas podem facilmente ser esboçadas em excelentes projetos, mas colocá-los em pé com eficiência sustentável e com custos módicos é bem mais difícil... No caso específico da matéria que lia, eram apontadas todas as possibilidades tecnológicas e de planejamento que as cidades terão no futuro e que poderiam melhorar os modos d...

Contradições em vidas modernas

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Por Eliana Rezende Como se traduz o mundo em textos? Vejo nas áreas de humanidades e em especial no meu caso uma vontade imensa de beber o mundo e depois o colocar em tintas sobre papel. Uma tarefa árdua já que o humano e suas dimensões transcendem nossas possibilidades circunscritas a um espaço recluso em papéis, tintas e outros formatos. Nem tudo cabe nas entrelinhas e traduzir tantos paradoxos e diversidades muitas vezes beira ao um trabalho insano tomado à punho por poucos. As sociedades se complexificaram e cada vez mais falta-nos condições de compreender e analisar tudo o que nos ocorre. A modernidade vive cada vez mais paradoxos: Apartamentos cada vez menores encontram no mercado móveis e TVs cada vez maiores. Se a casa aumenta em tamanho perde em número de moradores. As famílias cada vez mais vivem os imperialismos dos filhos únicos.  Os aparelhos domésticos mais usuais tornam-se cada vez mais complexos e compartimentados em funcionalidades para facilitar ativi...

Ler de forma produtiva. Mas como?!

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Por Eliana Rezende Muito se tem dito e escrito sobre a qualidade dos leitores em tempos de tantos estímulos digitais. Desconcentração e desinteresse tendem a encabeçar quase todas as listas. A seguir e bem de perto estão a preguiça, dificuldade de retenção e compreensão do que se lê. Sem entrar nos méritos da alfabetização ou sua ausência, do analfabetismo funcional e problemas com o ensino desde sua base, algumas sugestões podem e devem ajudar quem, de fato, quer ou precisa ler e ainda não aprendeu como. Aqui a sugestão é para leituras técnicas ou de conteúdo profissional e que necessitam de uma outra forma de leitura daquelas que destinamos a romances e entretenimento de horas de lazer. Vamos ver se consigo: Crie o hábito de tracejar o que lê. Isso mesmo! Use um lápis (nada de marcadores e canetas! Estes estragam seu livro). Procure um lápis macio (6B ou mesmo um integral seriam fantásticos). Munido desta ferramenta aprenda a sinalizar o que lê. Encontre uma sinaléti...

Escrita executiva: escrever bem é coisa séria!

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Por: Eliana Rezende No mundo corporativo é usual vermos executivos muito preocupados com seu inglês. Investem tempo e recursos na tentativa de o aprimorar julgando que isso o tornará melhor profissional em sua área de atuação. Todavia, relegam as tarefas de redação, escrita e correção às secretárias, advogados, assessores. Esquecem-se que redigir e expressar-se em sua própria língua é algo fundamental. Deixam de ter claro que saber encadear e expor ideias é tarefa de um bom executivo. A escrita, tanto quanto a leitura e a fala, são instrumentos de comunicação, e que como tais necessitam de  sentido de clareza, objetividade e correção. A escrita é boa quando flui inteligível e estreita caminhos entre quem está de um lado e de outro. Noto que em meios corporativos a escrita técnica avassala de tal forma que as pessoas parecem estar mais preocupadas em reproduzir chavões prontos do que pensar em algo mais original e pessoal ao redigir suas comunicações, infelizmente. ...