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Mostrando postagens com o rótulo Perfil Profissional

Afinal, você tem uma Carreira ou uma Profissão?

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Por:  Eliana Rezende Bethancourt   Uma pergunta simples: "você tem uma carreira ou uma profissão?" A pergunta tão simples de ser feita encontrará por parte de muitos alguma dificuldade em relação as duas coisas.  Alguns poderão achar que se trata da mesma coisa. Afinal, estudei e me formei em algo e trabalho com isso. Mas em verdade, existe uma distância imensa entre uma coisa e outra. Olhar para sua trajetória e perceber qual é a sua situação será muito importante para determinar seu grau de satisfação e sucesso pessoal.  Nos últimos tempos, em especial no período da pandemia e pós-pandemia tenho notado um grande afluxo de pessoas se inscrevendo no LinkdIn. Algumas extremamente ansiosas, outras chegando ao grau de desespero. Mas em muitos casos chegam a este ponto por não entenderem de fato o que desejam para as suas existências.  Vejamos:   Se utilizarmos um dicionário e buscarmos a raiz da palavra "profissão" teremos o sentido daquilo que você profe...

Uma sociedade de performance

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Escrito e lido por: Eliana Rezende Ouça eu ler para você (escolha a opção abrir com:  Music Player for Google Drive) Segundo diferentes teóricos a sociedade de princípios do século XXI deixou de ser disciplinar, como ocorria nos séculos XIX e XX e passou a ser de performance. O que significa dizer que exige-se das pessoas estar todo o tempo hiperconectadas, ser multitarefas, e estar em um estado permanente de euforia e felicidade. Tudo que esteja fora disso é considerado indesejável, contraproducente. As pessoas precisam, para serem consideradas bons profissionais, ser multitarefas. Ainda que isso signifique um grau de desatenção atroz. As pessoas quicam de um lado para o outro achando que com isso possam ter, segundo linguagem corporativa, um diferencial competitivo. O mundo encheu-se de academias de ginástica, baias de trabalho, prédios envidraçados, vias rápidas, equipamentos eletrônicos, eletrodomésticos computadorizados. Temos cada vez mais tecnologia, em ...

Profissionais na maturidade como ativo organizacional

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Por: Eliana Rezende Tempos atrás lia sobre como o cérebro de meia-idade pode ganhar habilidades surpreendentes conforme envelhecemos, mas isso não ocorre para todos Apesar disso, uma ressalva: só quem sempre manteve hábitos saudáveis e vida intelectual ativa consegue essa tão desejada superativação. O cérebro parece escolher dar menos atenção ao lado ruim da vida. Há nisso mais inteligência e sabedoria do que um cérebro jovem talvez seja capaz de perceber. Acho fantástica essa perspectiva que a vida, o tempo, nossos neurônios e toda essa composição podem oferecer a nosso intelecto e a nossa essência. O tema sempre encontra eco, até porque todos os que se mantém com atividades sentem essa forma que a vida encontra para dar-nos dias, ao mesmo tempo em que o intelecto deixa de competir com o físico, e descobrimos que apesar das marcas da vida, a sabedoria dos anos nos faz bem melhores. Dá-nos um certo apaziguamento da alma saber que crescer em anos não significa necessariam...

Escrita executiva: escrever bem é coisa séria!

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Por: Eliana Rezende No mundo corporativo é usual vermos executivos muito preocupados com seu inglês. Investem tempo e recursos na tentativa de o aprimorar julgando que isso o tornará melhor profissional em sua área de atuação. Todavia, relegam as tarefas de redação, escrita e correção às secretárias, advogados, assessores. Esquecem-se que redigir e expressar-se em sua própria língua é algo fundamental. Deixam de ter claro que saber encadear e expor ideias é tarefa de um bom executivo. A escrita, tanto quanto a leitura e a fala, são instrumentos de comunicação, e que como tais necessitam de  sentido de clareza, objetividade e correção. A escrita é boa quando flui inteligível e estreita caminhos entre quem está de um lado e de outro. Noto que em meios corporativos a escrita técnica avassala de tal forma que as pessoas parecem estar mais preocupadas em reproduzir chavões prontos do que pensar em algo mais original e pessoal ao redigir suas comunicações, infelizmente. ...

A dança como metáfora corporativa

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Por: Eliana Rezende É a primeira impressão a que fica? Quantos de nós somos capazes de admitir a quantidade de pré-conceitos que carregamos quando confrontados com um primeiro olhar? O exercício aqui será simples.  A dança será apenas uma "licença" para abordar temas que tem que ver com o nosso autoconhecimento e postura profissional. Uma forma divertida e inusitada de falar de preconceitos, improviso e flexibilidade nas relações. Você escolhe o ritmo e assiste a apresentação de um rock ou um tango. E, se simplesmente não resistir assista aos dois! Rock?! Tango?! Mas o que isso poderia ajudar a pensar sobre idéias preconcebidas? Acompanhe-me. Ah! E se ao final não resistir, aplauda! Todos fazem isso! Vamos ao Tango?  Agora explico o porque da proposição de pensarmos a dança como uma metáfora para o universo corporativo.  Devo dizer que transpor o que vimos, nos dois casos, tanto para nossa vida pessoal, profissional e intelectual é um ...

História Oral: o que é? para que serve? como se faz?

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Por: Eliana Rezende A questão sobre o que vem a ser História Oral, como pode ser utilizada pelas instituições e de que forma deve ser realizada é um tema que interessa a diferentes áreas. Neste artigo, procurarei tecer considerações acerca de sua utilização, metodologias, aproximações e diferenças entre as áreas. A História Oral é amplamente utilizada pelas Ciências Humanas, e é caracterizada pela coleta de depoimentos com pessoas que testemunharam conjunturas, processos, acontecimentos, modos de ser e de estar dentro de uma sociedade ou instituição. Ela pode estar dividida em três gêneros distintos: a tradição oral, a história de vida e a história temática. Explicando cada uma delas: A Tradição Oral caracteriza-se pelo testemunho transmitido oralmente de uma geração para outra. Por meio da História Oral e suas metodologias pode-se resgatar tradições rurais e urbanas como cantigas de roda, brincadeiras e histórias infantis. A História Oral não pode ser confundida com Hi...

Curadoria de Conteúdos: O que é? Quem faz? Como faz?

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Escrito e lido por: Eliana Rezende Ouça eu ler para você (escolha a opção abrir com:  Music Player for Google Drive) O termo inquieta muita gente e, pela banalização de seu uso em diferentes meios comunicacionais, causa a impressão de que ao final qualquer um pode realizar a Curadoria de Conteúdos, ou como alguns preferem chamar Curadoria Digital ou Curadoria Informacional. Em todos os casos, a questão circundante não muda muito e por uma questão que é muito mais pessoal do que de qualquer coisa, opto chamá-la aqui de Curadoria de Conteúdos, já que Informação é a matéria-prima com a qual se lida e não utilizo Digital, por crer que o curador pode e deve atuar utilizando a produção de conteúdos para quaisquer suportes. Já há algum tempo venho pensando em como falar a respeito do tema, tomando em conta especificamente a visão que tenho a partir de diferentes leituras. Talvez, devêssemos começar pelo contrário, e estabelecer o que Curadoria não é . Obser...