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Mostrando postagens com o rótulo Envelhecimento

Profissionais na maturidade como ativo organizacional - Post Scripton

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  Por: Eliana Rezende Bethancourt    ❦ Post Scriptum (2026) Transcorridos os anos, volto a este texto e encontro nele uma espécie de continuação de uma pergunta que eu já vinha fazendo antes. Em Profissionais na maturidade como ativo organizacional , interessava-me compreender o que a experiência acumulada poderia representar para as organizações. Em Juniorização e perda de Capital Intelectual nas Organizações , a pergunta ganhou outra direção: o que acontece quando uma organização decide prescindir dessa experiência? Juniorização nunca significou, para mim, a presença de jovens no mundo do trabalho. Seria absurdo transformar gerações em antagonistas ou supor que idade corresponda automaticamente a conhecimento, competência ou capacidade de inovação. Organizações precisam de profissionais em diferentes momentos de suas trajetórias, trazendo repertórios, formações, perguntas e modos distintos de perceber os problemas. O equívoco começa quando renovação deixa de significa...

Trincheira das palavras

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Escrito e lido por: Eliana Rezende  Ouça eu ler para você (escolha a opção abrir com:  Music Player for Google Drive) Desafiam, instigam, maquiam... e, em tempos contemporâneos, provocam verdadeiras plásticas em sentidos e objetivos. Palavras que carregavam seu sentido e essência veem-se alteradas e modificadas em uma forma de sequestro de significados, uma assepsia acéfala. A provocação aqui está em exatamente mostrar o quanto foram extirpados dos nossos dicionários termos como velhice, morte ou afins. O quanto se domestica aquilo que é natural e que de fato fecha um ciclo do que integra a existência. Defendo o uso de tais palavras, livre de trincheiras, plásticas, maquiagens! Quero tudo aquilo que faz parte da vida e entre elas estão às marcas que o tempo me fez (quer na face, quer na alma), a experiência acumulada pela velhice dos meus anos e porque não dizer que quero a Boa Morte... no sentido da dignidade do encontro com um fim? Que tenha dignidade...

Flores outonais do nosso cérebro

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Por: Eliana Rezende Tempos atrás lia sobre como o cérebro de meia-idade pode ganhar habilidade surpreendentes conforme envelhecemos, mas isso não ocorre para todos . Apesar disso, uma ressalva: só quem sempre manteve hábitos saudáveis e vida intelectual ativa conseguem essa tão desejada superativação. O cérebro parece escolher dar menos atenção ao lado ruim da vida.  Há nisso mais inteligência e sabedoria do que um cérebro jovem talvez seja capaz de perceber. Acho fantástica essa perspectiva que a vida, o tempo, nossos neurônios e toda essa composição podem oferecer a nosso intelecto e a nossa essência. Outono em Madri O tema sempre encontra eco: até porque todos os que se mantém com atividades sentem essa forma que a vida encontra para dar-nos dias ao mesmo tempo em que o intelecto deixa de competir com o físico, e descobrimos que apesar das marcas da vida, a sabedoria dos anos nos faz bem melhores.  Dá-nos um certo apaziguamento da alma saber que crescer em...