Redes Sociais: a perpetuação de um modelo maçante e infantilizado

Escrito e lido por: Eliana Rezende Ouça eu ler para você (escolha a opção abrir com: Music Player for Google Drive) Em outras oportunidades já abordei as questões envolvendo o Facebook e os padrões de comportamentos dos seus usuários. Neste post concentro-me em uma análise das chamadas redes sociais, e até a 'profissional': LinkedIn. Quando do seu surgimento, as redes apontavam com uma possibilidade inédita de interação, troca por compartilhamentos e possibilidades de interação em tempo real. Parecia, aos observadores, que encontrávamos um novo modelo, inovador e renovador, para relações e trocas sociais. A comunicação parecia romper fronteiras de tempo, espaço, classes sociais e culturas. Paradigmas seriam rompidos quase que na mesma proporção em que tecnologias fossem sendo criadas e disponibilizadas à usuários pelo mundo, através de gadgets variados. Transcorridos, tempo e tecnologia, as projeções se mostraram diametralmente opost...